Fonte: Internet/Reprodução
Na última quarta-feira, 31 de maio, a revista americana Forbes, famosa pelas listas que deixam todo mundo de olho grande, publicou o ranking de 30 times mais valiosos do mundo.
A Forbes é uma publicação norte-americana, sobre negócios e economia, publicada quinzenalmente, apresentando artigos e reportagens sobre finanças, indústria, investimento e marketing. Sendo o futebol um dos negócios mais rentáveis da atualidade, a coisa não podia ficar de fora.
Os primeiros da lista? Real Madrid e Manchester United, sendo ambos avaliados em mais de U$ 6 bilhões. Clubes que custam o famoso ‘olho da cara’!
Mais especulação, e menos receita
Apesar daqueles dois iniciarem a corrida na casa dos 6 bi, a média dos envolvidos fica por volta dos US$2,53 bi. 14% mais caros do que a lista de 2022, a qual só contava com 20 equipes.
De acordo com a Forbes, essa valorização dos clubes não está relacionada com a receita gerada por cada time; pelo contrário: a disposição dos investidores de botar mais grana para adquiri-los é o que mais pesa. Em suma: muito mais especulação e capital social agregado, do que exatamente lucratividade.

Valorização: a conta que fecha
A Forbes, como forma de explicar o método para entender a valorização dos clubes, apresentou um índice responsável por calcular o valor estimado de cada equipe, dividindo-o pelo valor apresentado por cada receita. As 20 equipes mais valiosas de 2023 apresentaram média de 5,9. A média do ano passado foi de 4,8. Daí explica-se a valorização.
Por exemplo, se o Manchester United, que está para ser vendido, for arrematado por US$ 6 bilhões, esse valor significará que equivale a 7,7 vezes a receita do time.
Além disso, apesar de Barcelona e Real Madrid serem citados na lista, os clubes ingleses são a grande maioria, sendo quase metade dos 30 citados. Confira a lista:
Os 30 times mais valiosos do mundo:
| Time | Valor (em US$) | País |
| Real Madrid | 6,08 bilhões | Espanha |
| Manchester United | 6 bilhões | Inglaterra |
| Barcelona | 5,51 bilhões | Espanha |
| Liverpool | 5,29 bilhões | Inglaterra |
| Manchester City | 4,99 bilhões | Inglaterra |
| Bayer de Munique | 4,86 bilhões | Alemanha |
| Paris Saint-Germain | 4,21 bilhões | França |
| Chelsea | 3,1 bilhões | Inglaterra |
| Tottenham | 2,8 bilhões | Inglaterra |
| Arsenal | 2,26 bilhões | Inglaterra |
| Juventus | 2,16 bilhões | Itália |
| Borussia Dortmund | 1,93 bilhão | Alemanha |
| Atletico de Madrid | 1,54 bilhão | Espanha |
| Milan | 1,4 bilhão | Itália |
| West Ham | 1,08 bilhão | Inglaterra |
| Inter de Milão | 1,03 bilhão | Itália |
| Los Angeles Football Club | 1 bilhão | EUA |
| Los Angeles Galaxy | 925 milhões | EUA |
| Atlanta United | 850 milhões | EUA |
| Crystal Palace | 806 milhões | EUA |
| New York City | 800 milhões | EUA |
| Newcastle | 794 milhões | Inglaterra |
| Leicester | 781 milhões | Inglaterra |
| Aston Villa | 756 milhões | Inglaterra |
| Everton | 744 milhões | Inglaterra |
| Lyon | 734 milhões | França |
| Roma | 724 milhões | Itália |
| DC United | 700 milhões | EUA |
| Toronto FC | 690 milhões | EUA |
| Austin FC | 680 milhões | EUA |
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Márcia Pereira é jornalista, mãe e amante de esportes. Possui formação acadêmica pela Universidade Federal do Paraná. Tendo sido atleta por muitos anos, sua área de atuação hoje é o jornalismo esportivo, como forma de estar próxima do que sempre amou e acredita. É Flamenguista roxa e tem Zico como seu grande ídolo do esporte. É fã de Gabigol.
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