No primeiro tempo, destacou-se um início extremamente agitado, com ambas as equipes marcando um gol cada nos primeiros 15 minutos. A partir desse momento, o confronto se tornou tenso, com os anfitriões exercendo mais pressão, especialmente em jogadas aéreas.
O bate-bola
Matheus Cunha teve pouco trabalho devido à falta de precisão por parte dos jogadores paraguaios. Na segunda metade da partida, o Flamengo demonstrou sinais de melhora, mas também enfrentou desafios adicionais. Ortiz e Bruera, ambos após cobranças de escanteio pela esquerda, balançaram as redes, acrescentando um elemento aéreo à noite no Rio de Janeiro. Já nos minutos adicionais, os brasileiros tiveram um gol anulado e fizeram uma tentativa, em vão, de levar a partida para a disputa de pênaltis.
Bruno Henrique acelera e registra um gol. A partida teve início com a atuação impiedosa do jogador com a camisa 27, que já havia marcado na semana anterior. Demonstrando sua velocidade, Bruno Henrique avançou pela esquerda em duas ocasiões, sendo que na segunda delas obrigou Ortiz a cometer uma falta, resultando em um cartão amarelo para o adversário. Na sequência da cobrança, Arrascaeta fez um cruzamento rasteiro e o atacante conseguiu desviar com precisão para encontrar o fundo das redes de Espínola, consolidando o placar em 1 a 0.

Corre, Olímpia!
O Olímpia não permitiu que a agitação diminuísse e, impulsionado pelo apoio de sua torcida, conseguiu empatar o placar aos 11 minutos. Ortiz realizou um lançamento primoroso para Cardozo, que partiu para cima de Filipe Luís e fez um cruzamento em direção à área. Ivan Torres, posicionado nas costas de Fabrício Bruno, usou a cabeça para enviar a bola às redes, restabelecendo a igualdade em 1 a 1. Os gols inflamaram as emoções dos jogadores de ambos os times, e a temperatura do jogo aumentou com confrontos menores em meio a uma tentativa de pressão dos anfitriões. Éverton Ribeiro e Ortiz foram protagonistas dos primeiros desentendimentos, que incluíram Wesley sendo empurrado por dois adversários e Gabigol caindo em duas ocasiões em situações onde a bola não estava próxima ao ataque brasileiro. O árbitro Wilmar Roldán teve um desafio adicional e chegou a repreender verbalmente Sampaoli.
Aperta que vai!
Apertando a marcação desde o campo de ataque, os donos da casa neutralizaram a construção do Flamengo e, com a bola, agrediram o rival — principalmente pelo alto em cruzamentos de Zabala. Os dois momentos mais perigosos até o intervalo foram protagonizados por Hugo Fernández e Gamarra, mas a dupla não calibrou a mira na hora da finalização e pouco perturbou Matheus Cunha.
O segundo tempo continuou nervoso e, apesar de forçar erros do Olímpia e trabalhar mais a bola, o Flamengo perdeu Jorge Sampaoli: o técnico, que já havia tomado o amarelo na etapa inicial, acabou expulso por insistir nas reclamações com a arbitragem, irritando de vez Roldán e sua equipe.
Além de Montenegro, o imponente atleta Bruera, de 1,94 metros, foi convocado pelo treinador da equipe da casa. As cruzadas de bola na área brasileira, que já eram frequentes, culminaram em um gol: durante um escanteio executado por Zabala, Ortiz, apesar de sua estatura mais baixa de 1,74 metros, executou uma cabeçada precisa que incitou a celebração no Defensores del Chaco, resultando em um placar de 2 a 1.
E agora, Mengão?
Uma repetição? Bruera sobe, ampliando o placar e trazendo agonia ao Flamengo. O terceiro gol do Olímpia surgiu da mesma abordagem: mais uma vez, em um escanteio proveniente da ala esquerda. Desta vez, Zabala encontrou o gigante Bruera, que estava sem marcação no centro da área, permitindo-lhe balançar as redes e deixar a equipe carioca atônita, resultando no espantoso 3 a 1.
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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