O último sábado 10 coroou uma baiana no octógono do UFC 289, em Vancouver no Canadá. A pojucana Amanda Nunes tinha o compromisso de defender o seu cinturão contra a mexicana Irene Aldana, e assim o fez.
Demonstrando técnica, força e agressividade, a atleta não deu chance para a adversária demonstrar suas habilidades, dando-lhe um duelo duro, sem grandes chances de reagir à altura. O resultado: cinturão mantido e um anúncio de aposentadoria que pegou a todos de surpresa.
Fez Guacamole da mexicana
O desempenho de Amanda foi superior desde o primeiro round, onde conseguiu conectar mais golpes e ganhar vantagem em relação aos pontos acumulados. Irene chegou a demonstrar alguma ameaça, depois de acertar um cruzado poderoso. Mas nada que não pudesse ser usado como força propulsora para a baiana colocá-la no seu devido lugar. Dando vazão ao seu plano, passou a acertar chutes fortes, o que deixou Aldana fraca das pernas. Já no terceiro round o foco foi derrubar a adversária e crescer na luta de solo, buscando finalizá-la por nocaute ali mesmo, deitadinha. Os rounds seguintes foram de confirmação do seu domínio, o que resultou num rosto praticamente desfigurado da mexicana: parecia um guacamole! Ay Dios mio!

Oxente, como assim?
O anúncio foi uma surpresa inesperada, afinal Amanda não somente demonstrou controle absoluto no octágono, como faz crer que está na sua melhor fase da carreira. No MMA, a lutadora é duplamente campeã, de peso-galo e peso-pena. A decisão da vitória aconteceu depois de cinco rounds e em decisão unânime, mas o choque foi mesmo em relação aos motivos do fim da carreira:
“Hoje eu empato o recorde do Anderson Silva (de defesas de cinturão) e é a noite perfeita para me aposentar e viver feliz para sempre. Minha mãe tem me pedido muito para fazer isso há algum tempo, ela não aguenta mais. A Nina (Nunes) também, ela passou por isso a carreira inteira. Ainda sou jovem para desfrutar tudo que construí. Preciso passar mais tempo com minha família no Brasil. Quando me tornei campeã dupla foi inacreditável. Eu venho de uma cidade pequena no Brasil, Pojuca, que ninguém sabe onde fica. Lutadores brasileiros, arrumem suas coisas e venham para cá. Venham conquistar mais títulos!” afirmou Amanda.
Apesar de inesperado, resta imaginar todo o perrengue que não só os lutadores, mas os familiares desses atletas vivem. Afinal, é um esporte de contato o qual costuma trazer algumas consequências a longo prazo. Que Nunes consiga viver o seu “feliz para sempre” a partir de agora!
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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