A CBF anunciou na última quarta-feira a demissão da técnica sueca Pia Sundhage, após a eliminação da seleção brasileira feminina na Copa do Mundo de 2023. Pia foi chamada na sede da entidade, para uma reunião com o presidente Ednaldo Rodrigues, no Rio de Janeiro, tendo ficado por lá cerca de duas horas.
Decepcionante
A decisão da CBF não foi à toa: após uma campanha decepcionante da seleção brasileira na Copa do Mundo, isso já seria o esperado. Vale lembrar que o Brasil foi eliminado ainda na fase de grupos, após perder para a França por 2 a 1 e empatar com a Jamaica por 0 a 0.
Sair tão cedo, em um país cuja cultura futebolística é internacionalmente conhecida e motivo de orgulho interno, foi um duro golpe para as expectativas que estavam depositadas na seleção.

Acreditaram piamente
Pia Sundhage chegou ao país em 2019 com o currículo de bicampeã olímpica juntamente à Seleção dos Estados Unidos, e tinha a missão de levar o Brasil de volta ao topo do futebol feminino mundial. Não rolou.
Em seu período à frente da seleção, Pia conquistou a Copa América de 2022, mas não conseguiu levar o Brasil muito mais adiante do que isso.
Bola pra frente
Apesar da demissão de Pia o trabalho seguirá, pois a CBF tem o compromisso oficial em incrementar o futebol feminino no Brasil. A entidade anunciou que irá investir R$ 100 milhões na modalidade nos próximos quatro anos.
Apesar da decepção com o desempenho do Brasil, a Copa do Mundo foi um êxito, o qual abriu portas para o crescimento da modalidade feminina no país. A competição bateu recordes de audiência, de público engajado nas redes sociais e entrou no ranking de eventos mais lucrativos das Casas de Apostas, provando que, ao contrário do que se imaginava, todo mundo está interessado em mulheres no futebol.
Agora, os planos futuros da CBF para a seleção brasileira feminina incluem a preparação para as Olimpíadas de Paris, já tendo sido iniciado o processo de busca de uma nova comissão técnica para comandar a equipe.
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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