Canapés e aguinha gelada: Globo fez evento para divulgar cobertura da Copa

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A Rede Globo fez, na última terça 11 de julho, um evento de lançamento da cobertura da Copa do Mundo Feminina de 2023. Focados em marketing, o evento teve como objetivo mostrar os esforços da emissora em parecer alinhada aos ideais debatidos nos dias atuais. Os números, contudo, apresentam uma realidade muito distinta da qual se faz parecer.

A Rede Globo fez, na última terça-feira 11 de julho, um evento de lançamento da cobertura da Copa do Mundo Feminina. A equipe que irá cobrir o mundial na Austrália e Nova Zelândia foi apresentada para jornalistas e influenciadores digitais, como forma de divulgar o trabalho que a emissora está tendo para fazer trazer o torneio para a telinha. A ação aconteceu no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Midiáticos, até demais

Na verdade, essa tem sido a principal estratégia da emissora: provar de todas as formas, o quanto se interessa pelo evento, e de que maneiras se mostra alinhada aos novos ideais de equidade, inclusão e representatividade, tão exigidos pelos espectadores de hoje em dia.

Vale ressaltar que essa é apenas a segunda vez que o canal irá cobrir a modalidade feminina do evento. A primeira foi há quatro anos atrás, na França. Na ocasião, a FIFA parabenizou o recorde de audiência alcançado: 39 milhões de brasileiros assistiram às oitavas de final, entre Brasil e França, quando a nossa Seleção foi derrotada por 2 a 1.

Confiantes, pero no mucho

Como já alegado, por conta do fuso horário complicado, o canal aberto irá transmitir apenas sete partidas do Mundial, a partir do dia 20 de julho, data em que começa o torneio. Espera-se, claro, que sejam partidas nas quais o Brasil jogue. Caso a Seleção seja eliminada, a emissora segue transmitindo um jogo por cada fase, devendo chegar assim até a final, que acontece em 20 de agosto.

Mas realmente, nem tudo são flores. Além do horário, outro dado importante: apenas 12 profissionais foram designados para viajar até os países-sede. É um número 83% menor de trabalhadores que foram até a Copa do Qatar. Narradoras e comentaristas deverão acompanhar os jogos diretamente dos estúdios brasileiros, sem direito à passagem comprada para a Oceania.

Nome na lista

Três profissionais já estão na Austrália, acompanhando os treinos da Seleção e preparando material para ser transmitido nos demais programas do canal. São Marcelo Courrege, a produtora Cíntia Barlem e Franciane Dahm, responsável pelas filmagens. Os próximos nomes que integrarão a comitiva de 12 profissionais chegam na próxima semana.

Nos estúdios Globo, Renata Silveira, Natalia Lara, Isabelly Moraes, Luis Roberto, Luis Carlos Júnior e Daniel Pereira, e os comentaristas Ana Thaís Matos, Aline Callandrini, Rafaelle Seraphim, Caio Ribeiro, Carlos Eduardo Lino, Paulo Nunes, Ledio Carmona, Pedrinho e Richarlison. Esses enfrentarão madrugadas acesas para dar conta da cobertura do evento.

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