Tretas e brigas: Palmeiras de 93 saiu da fila de títulos debaixo de porrada

Márcia Pereira

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Há pouco mais de uma semana, a ESPN Brasil recebeu três titulares do Palmeiras de 1993, campeão paulista daquele ano e time que iniciou o ciclo vitorioso da chamada “Era Parmalat”. Entre boas risadas e histórias curiosas, Sérgio, César Sampaio e Zinho relembram também tretas e brigas dentro do elenco alviverde.

Semana passada o noticiário esportivo brasileiro tremeu com a repercussão da reportagem de Eric Faria e Fred Gomes publicaram no GE.com sobre racha e briga dentro do elenco atual do Flamengo. Informações de bastidores deram conta de que lideranças como Gabigol e David Luiz mal se falavam. Após grande repercussão, com as redes sociais fervendo, Gabigol deu uma resposta dura a Eric Faria na beira do gramado do Maracanã em vitória de 2 a 0 sobre o Fluminense. Gabi disparou contra a imprensa por tentar “criar” polêmica e briga onde não há: “O Flamengo não é Big Brother pra viver de fofoca e intriga!”.

Palmeiras de 93: títulos e tretas

Fofoca ou não, a verdade é que todos os times têm casos de inimizades e desentendimentos. Futebol profissional é um esporte de alto rendimento e por isso a cobrança por resultados às vezes extrapola o bom senso. Há tretas que saem dos vestiários e acabam indo parar em programas de televisão e capas de jornal, como foram e continuam sendo as tretas entre Vanderlei Luxemburgo e Marcelinho Carioca, campeões pelo Corinthians. Muito bem conduzido por André Plihal, o Resenha ESPN com os campeões palmeirenses revelou tretas hilárias e pesadas do vestiário do Palmeiras naquele início de anos noventa.

Edmundo brigão

Sérgio, Zinho e Cesar Sampaio relembraram histórias de Edmundo, que caçava briga com todos do elenco. Com temperamento explosivo, o “Animal”, como era conhecido, era casca grossa e não levava desaforo para casa. Sergio relembrou um jogo contra o São Paulo que Edmundo estava atacado e puxou briga com todos os titulares:

“Eu me lembro bem de uma partida contra o São Paulo. O Edmundo brigou com o Evair, com o Sampaio, discutiu com o Zinho… Mas, quando chegou com o Antônio Carlos, aí não teve jeito… O bicho pegou!”, lembra o goleiro. Tapas, socos, pontapés, “chuteiradas”. Sobrou até para o Sérgio, que levou com um golpe de chuteira nas costas sem que tivesse feito nada: “E isso foi no intervalo do jogo (risos)! Mas as brigas eram só internas, em prol de buscar a vitória”, disse o jogador a Plihal e aos seus ex-colegas de time, em meio a risadas de todos. 

Tempo vitorioso

Este ano comemora-se 40 anos do título paulista de 93 que pôs fim a um longo jejum de título do Palmeiras. Com uma história belíssima, de grandes times, títulos e craques, em 2023 o Palmeiras também goza de um presente vitorioso e campeão. Será que há muita treta no atual elenco? Só o tempo dirá!

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