Alex Poatan, campeão meio-pesado do UFC, revelou detalhes impressionantes sobre sua última luta no UFC 300. Ele enfrentou Jamahal Hill com dois dedos do pé quebrados, uma lesão que ocorreu durante os treinos poucos dias antes do combate.
Em uma entrevista recente, Poatan explicou como conseguiu controlar a dor dos dedos fraturados durante a luta. Ele utilizou fita nos dois dedos lesionados, evitando movimentos que pudessem agravar a lesão ou revelar a sua condição para o adversário. Mesmo sentindo muita dor após a luta, o campeão conseguiu esconder os ferimentos durante o combate.
“Não sei se alguém percebeu (a lesão durante a luta), acho que não, porque acho que teriam colocado algo. Geralmente tem isso, de ver se o atleta está com alguma mancha no corpo… Se está mancando, pensa que pode estar com o joelho ruim. Então eu não mostrei nada disso, acho que disfarcei bem, mas eu senti muita dor”, disse Poatan.
Novos desafios no orzonte
Vale lembrar que, se descobrissem que seus dedos estavam fraturados, a luta poderia ser cancelada, a depender da decisão da comissão atlética responsável pelo território onde foi realizada a luta. Por isso, o lutador teve que esconder sua lesão até do dirigente do UFC.
“Eu lembro que depois da pesagem, a gente teve uma reunião com o Dana (White), todo mundo já estava dentro da sala e ficaram perguntando: ‘cadê o Alex?’. E eu estava andando devagar ali, conversando, meio que para as pessoas não perceberem… Acho que disfarcei bem e deu tudo certo”, confessou.
Além da superação física, Poatan também demonstrou interesse em novos desafios no octógono, despertando interesse de lutadores da categoria dos pesados, como Tom Aspinall e Jon Jones. Com sua primeira defesa de título bem-sucedida e novos desafios no horizonte, Alex Poatan continua a escrever sua história vitoriosa no UFC.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.
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