Leila Pereira Denuncia ‘Ataque Histérico’ e Bane Belmonte do Allianz Após Ofensas no Clássico com o São Paulo

Leila Pereira expressou sua repulsa em relação aos eventos ocorridos após o empate no clássico contra o São Paulo.

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, manifestou sua indignação em relação às ofensas proferidas por membros da diretoria do São Paulo após o empate no último clássico. Em entrevista, Leila expressou seu repúdio ao vídeo em que o diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, dirigiu insultos ao treinador Abel Ferreira. 

Diante dos acontecimentos, Leila revelou que está em consulta com seus advogados para avaliar a possibilidade de proibir a entrada de Belmonte em jogos do Palmeiras como mandante, considerando-o “persona non grata” nos ambientes do clube.

“É inadmissível. Vou conversar com meus advogados para que ele não vá mais ao Allianz. É uma persona non grata nos nossos ambientes. Temos que coibir essa violência insana”, afirmou a dirigente. 

Planos para poder contra-atacar

Leila Pereira destacou a importância de punir atitudes violentas, especialmente por parte dos dirigentes, para conter a escalada da violência no futebol. Ela criticou o que chamou de “ataque histérico” por parte do São Paulo, ressaltando que a rivalidade deve se restringir ao campo esportivo. “Não vou admitir que alguém agrida fisicamente ou verbalmente nossos profissionais”, acrescentou. 

A dirigente também abordou a tentativa de aproximação promovida no ano anterior com o presidente do São Paulo, Julio Casares, afirmando que o episódio encerrou esses esforços, transformando a rivalidade em uma questão institucional por parte do São Paulo. 

Leila Pereira enfatizou que, no futebol, a rivalidade deve permanecer dentro de campo. “Futebol é entretenimento, uma atividade familiar. Tem que começar por nós coibir esse tipo criminoso de rivalidade”, disse ela, acrescentando que os ataques a Abel Ferreira foram motivados por inveja do trabalho do treinador. 

Leila Pereira Denuncia Ataque Histérico do São Paulo e Bane Belmonte do Allianz

Direito de resposta

Em resposta, Julio Casares, presidente do São Paulo, argumentou que Belmonte não é xenófobo e que usou a nacionalidade de Abel Ferreira como forma de identificação, não qualificação. Casares lamentou a falta de inclusividade por parte de Leila e pediu desculpas públicas, comprometendo-se a evitar situações semelhantes no futuro. O presidente do São Paulo ressaltou a necessidade de combater a violência no futebol, tanto dentro como fora de campo. 

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