A menos de um mês da sua primeira defesa do cinturão dos meio-pesados, que vai ser contra Jamahal Hill no UFC 300, em Las Vegas, Alex Poatan admite estar empolgado com a possibilidade de integrar o card do UFC 301, no Rio de Janeiro, em 4 de maio.
“Primeiro, tenho que ganhar a luta. Trabalho com a realidade e posso perder ou posso ganhar. Estou fazendo de tudo para sair dali com a vitória. Tudo dando certo, posso fazer isso. Todas as lutas que fiz no UFC teria condição. Estou muito bem”, ponderou o campeão.
Treinos estão indo bem
Poatan, que ostenta um histórico de recuperação rápida entre as lutas, garante que o curto espaço entre os eventos não será um problema. Além disso, afirmou que seus treinos estão correndo bem, sem nenhum problema.
“Se eu tivesse para lutar com qualquer outro adversário estaria fazendo os treinos que estou fazendo. Faço muitos treinos de grappling, priorizando essa parte. Se fosse um outro adversário faria o mesmo treinamento que estou fazendo agora. Não vai ser um problema”, assegurou.

Cláusula para lutar no Brasil?
Ex-campeão duplo do GLORY Kickboxing, Poatan possui um cartel de nove vitórias e duas derrotas no MMA profissional. Em sua última luta, ele conquistou o cinturão dos meio-pesados ao nocautear Jiri Prochazka no UFC 295, em novembro.
Segundo o ex-lutador Josh Thomson, o contrato de Poatan com o UFC pode conter uma cláusula que o obriga a lutar no UFC 301 caso não se lesione no UFC 300. Poatan, que já havia manifestado anteriormente seu desejo de lutar no Brasil, vê no UFC 301 uma oportunidade para realizar esse sonho. Mas vale dizer que o UFC 300 será em abril e o evento n Brasil será em maio.
É muito pouco tempo para se preparar, é verdade. No entanto, sua recuperação rápida entre as lutas e seu histórico de sucesso o colocam como um forte candidato para integrar o card do evento.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.





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