Marcada para começar no dia 20 de julho, a Copa do Mundo Feminina tem gerado um esforço muito grande por parte da mídia, para fazer acontecer. O objetivo geral é mudar a mentalidade do espectador, criando a cultura de apreciação do futebol em sua modalidade feminina. Todos ganham com isso: mais mulheres serão estimuladas a praticar o esporte, mais times irão se formar. Para o público, mais partidas a serem transmitidas.. Para as emissoras, licenças de exibição muito mais baratas, e uma gama de patrocinadores cheios de vontade de se associarem aos novos ideais. É pensando nisso que a Globo tem feito das tripas, coração.
De mala e cuia
Segundo reportagem da UOL, o repórter Marcelo Courrege, a repórter cinematográfica Franciane Dahm e a produtora Cíntia Barlem já aterrissaram na Oceania, onde já começaram a produzir conteúdo para as atrações da Casa. Dessa forma, programas e telejornais tanto da TV Globo, quanto do SporTV, passarão a transmitir conteúdo exclusivo para os seus espectadores, já que uma equipe brasileira se encontra no local, capturando imagens e impressões sobre o estilo de vida de um lugar tão distante.
Vale lembrar que esse é o charme dos Mundiais de Futebol: sonhar com mundos distantes, imaginar culturas distintas, enquanto vibramos com a possibilidade de trazer a taça para casa e mostrar nossa supremacia no esporte.

Apesar dos pesares
Apesar do número 83% menor de profissionais enviados, em relação à Copa do Mundo masculina, a emissora se salvaguardou com uma boa argumentação: Austrália e Nova Zelândia, os países-sede desta edição, estão do outro lado do hemisfério, fazendo com que o evento seja transmitido durante as madrugadas brasileiras, ou nas primeiras horas da manhã, o que dificulta uma cobertura plena. Além disso, a tecnologia atual permite boas transmissões, sem precisar que seja movido um contingente muito grande de profissionais para tão longe. Ok, a Copa Masculina possui todas essas regalias, mas isso já é outra questão.
Veja o anúncio no Twitter sobre a viagem de Courrege para a Austrália, e acompanhe as as novidades:
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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