Em entrevista ao canal do Duda Garbi, no YouTube, o narrador Gustavo Villani diz estar “puto” por não viajar ao Catar para cobertura da Copa do Mundo. No entanto, ele contextualizou a situação atual e afirma entender a emissora carioca.
“Eu vivo dos meus sonhos, tá? Dos meus projetos pessoais, não vivo apenas do planejamento que a empresa tem para mim. É importante eu sonhar. Por que eu estou decepcionado por não ir ao Qatar? Porque, pra mim, ao não ir para 2018 [quando abriu do evento para trocar a Fox pela Globo], era uma pretensão ir para 2022. Vamos lá, eu não sou menino. Teve uma pandemia no meio do caminho. A Globo vai fazer 2/3 da Copa do Mundo do Qatar no Brasil. Eu estou incluído, não estou excluído. O Cléber Machado não vai para a Copa. Ficaremos aqui dividindo os melhores jogos a serem feitos do Brasil, está tudo bem”, iniciou Villani.
“No meu íntimo, com os meus sonhos, na minha conversa de quem narrou a final de 2014, e que ia narrar o Brasil em 2018, eu tô puto. Me olho no espelho e penso: jamais imaginava que isso ia acontecer. Agora: estou puto com a Globo? Não, eu entendo, eu tenho discernimento, teve uma pandemia, o câmbio explodiu. É uma Copa cara”, explicou.
“E outra coisa: vão Galvão e Luis Roberto. Galvão na sua despedida, e Luís narrando o fino. Está tudo bem. Eu não posso achar que eu estou à frente da obviedade. Os caras merecem estar lá. Eu acho que eu merecia, mas eu não vou por causa da Globo, é um contexto”, acrescentou.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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Vaidoso e patético.
Não digo patético por não conhecer a pessoa, mas tá vaidoso demais mesmo enquanto profissional. Por essa nova mania de quererem aparecer mais que o evento, é que certos narradores têm caído muito no meu conceito. Locutores que antes eram ótimos e transmitiam emoção naturalmente, hoje tentam meter bordão forçado no telespectador, buscando “viralizar”. Luís Roberto e Sérgio Maurício que o digam!
Paga do bolso e vai, a Globo deixa.