Recentemente, os clubes do Campeonato Brasileiro fecharam acordo internacional para transmissão dos jogos da competição no exterior. O contrato terá a duração de quatro anos com a Sports Rights Management e o valor gira em torno dos US$ 40 milhões por temporada. Segundo informou o Lance!, o Athletico é o único que não tem razão para festejar o acordo já que desconhece qualquer vínculo com a empresa e não conta com esse dinheiro.
‘Não temos comunicação com mais ninguém no âmbito de novos negócios e política no futebol’, disse o presidente Mario Celso Petraglia.
O principal motivo para a ‘revolta’ do Furacão se deve a falta de união entre os clubes nacionais. De acordo com o mandatário, o Athletico foi o responsável por encaminhar uma negociação entre o fundo Prudent e os times do Brasileirão, mas as conversas não fluíram como o esperado e o negócio foi encerrado.
Mesmo sem a presença do Furacão, os clubes do Brasileirão não devem perder dinheiro no acordo com a GSRM.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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