Em 2018, após 40 anos, o Brasil não teve piloto na Fórmula 1, assim a audiência da Globo com as corridas caiu. Correto? Não, errado. Um campeonato mais disputado que nos anos anteriores fez com que a audiência cumulativa crescesse 20% no país, de acordo com dados divulgados pela FOM, que cuida dos direitos comerciais da F-1, e publicados pelo UOL Esporte, por Julianne Cerasoli.
Assim, o Brasil segue na liderança tanto em termos de alcance (atingindo 115,2 milhões de espectadores, número muito acima da segunda colocada, a China, com 68 milhões), como também em audiência cumulativa.
No geral, a Fórmula 1 ganhou 10% em termos de espectadores únicos em 2018, alta puxada fortemente pela China, que voltou a mostrar a categoria em TV aberta e viu os números de audiência mais que triplicarem em relação a 2017.
Outros mercados que tiveram crescimento de destaque foram o subcontinente indiano (Índia, Paquistão, Sri Lanka, Bangladesh, Nepal e Butão), com 87% de crescimento, além de França (51%), Rússia (27%) e Estados Unidos (20%). Os norte-americanos, que passaram a ter a F-1 na ESPN em 2018, agora ocupam o terceiro lugar em termos de alcance, atrás de Brasil e China.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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