A janela de transferências se fechou. Mas o que poucos sabem é que os clubes das Séries A e B do futebol brasileiro ainda têm a chance de reforçar suas equipes para a reta final da temporada. Com algumas regras específicas, é possível fazer contratações de jogadores que estão livres no mercado.
Entenda como funciona esse processo e quais são as exceções previstas. Pra começo de conversa, o regulamento das Séries A e B do Campeonato Brasileiro prevê que os clubes têm até o dia 9 de setembro para inscrever novos jogadores, desde que estejam dentro do limite de 50 nomes na lista oficial de inscritos.
Regras para inscrições fora da janela
Caso o clube deseje substituir algum jogador já inscrito, o prazo se estende até o dia 20 de setembro, com um limite de até oito trocas. Importante destacar que o jogador deve estar sem contrato e que o vínculo anterior precisa ter sido encerrado antes do fechamento da janela de transferências.
Um exemplo recente é o do Santos, que confirmou a contratação do zagueiro Luan Peres, após ele rescindir seu contrato com o Fenerbahçe, da Turquia, dentro do período permitido. Outros nomes conhecidos no cenário internacional, como Sergio Ramos, Memphis Depay e Anthony Martial, também estão livres no mercado.
Além disso, a FIFA permite algumas exceções para contratações fora da janela, como no caso de atletas que rescindiram contrato por meio da Lei Pelé ou outras situações específicas previstas no Regulamento sobre o Estatuto e a Transferência de Jogadores da entidade máxima do futebol.

Como os clubes podem continuar a se reforçar?
Apesar de grande parte das negociações ter sido concluída durante a janela, sim, os clubes ainda têm oportunidades para buscar novos reforços que possam fazer a diferença no final da temporada.
O mercado de jogadores livres continua sendo uma opção viável, especialmente para clubes que precisam de ajustes pontuais ou que estão lidando com lesões em seus elencos.
Além disso, com o fechamento das janelas de transferências em outros países, é possível que mais jogadores fiquem disponíveis para negociações, aumentando o leque de possibilidades para os clubes brasileiros que buscam qualidade e bons negócios.
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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