Mesmo com o revés, Ferguson reafirmou sua vontade de continuar competindo, mostrando que ainda há chama em seu espírito de lutador, apesar de seu corpo não responder da mesma forma.
Desistência não é uma opção
Após ser finalizado por Michael Chiesa no card principal do UFC Abu Dhabi, muitos esperavam que Ferguson anunciasse sua aposentadoria. No entanto, ele surpreendeu a todos ao deixar uma de suas luvas no octógono, um gesto simbólico que indicou sua intenção de continuar.
“Eu não quero me aposentar, eu realmente não quero. Mas eu amo o UFC e não quero ir a outro lugar”, disse Ferguson em entrevista a Daniel Cormier ainda no octógono.
Fora do octógono, a decisão de Ferguson parecia ainda mais clara. Em um vídeo compartilhado pelo próprio UFC, ele reafirmou sua vontade de continuar. “Ainda não é a hora de me aposentar. Eu tenho muita coisa para trabalhar”, declarou o veterano.

Possibilidades fora do UFC
Apesar de sua insistência em permanecer no UFC, Ferguson admitiu, durante a coletiva de imprensa após a luta, que está aberto a explorar outras opções de mercado caso seja necessário.
“Se estes fãs estão dispostos a vir para cá (Abu Dhabi), viajar e gastar milhares de dólares para me ver competir em algum lugar, eu garanto para vocês que eles vão me seguir em outro lugar”, afirmou.
Opinião de Dana White
Por outro lado, Dana White, presidente do UFC, parece ter uma opinião diferente. Antes mesmo da luta em Abu Dhabi, White sugeriu que Ferguson deveria considerar a aposentadoria. Com a sequência de derrotas e sem vitórias desde junho de 2019, a possibilidade de uma nova chance no UFC parece remota.
Mesmo assim, Tony Ferguson continua a lutar contra o tempo e os reveses, buscando uma reviravolta em sua carreira. Se dentro ou fora do UFC, só o tempo dirá o próximo capítulo dessa história.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.
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