O meia-atacante Lucas Moura, do São Paulo, vivencia pela primeira vez as intensas batalhas da Libertadores, após se destacar na Champions League com o Tottenham.
O camisa 7, conhecido por marcar três gols em uma semifinal de Champions na temporada 2018/2019, agora enfrenta um desafio bem diferente no torneio sul-americano.
Champions: glamour e técnica
Em suas palavras, Lucas Moura explicou a disparidade entre as duas competições: “A Champions League é repleta de glamour. É um torneio bonito, com uma organização impecável e grandes estádios. Mas, no final das contas, é um jogo jogado dentro de campo, onde a técnica prevalece.”
O meia-atacante destacou que, embora tenha marcado apenas um gol em quatro partidas pela Libertadores, o verdadeiro teste vai além das habilidades técnicas.

Libertadores: guerra e superação
Lucas, que se prepara para o confronto decisivo contra o Nacional-URU, comparou a Libertadores a uma verdadeira guerra.
“A Libertadores é marcada pela pressão da torcida, catimba, estádios menores e gramados nem sempre em boas condições. É uma batalha constante, onde é preciso lutar contra tudo isso para vencer”, disse o camisa 7 tricolor.
O jogador reforçou a importância de o time adquirir experiência e resistência ao longo da competição, características essenciais para seguir adiante. O São Paulo busca a classificação às quartas de final, precisando de uma vitória simples no Morumbi.
Próximos desafios do tricolor
O São Paulo tem pela frente jogos decisivos, começando com o clássico contra o Palmeiras pelo Brasileirão, seguido pelo confronto com o Nacional-URU pela Libertadores. A equipe precisa manter o foco e a união para superar os desafios que estão por vir.
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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