O Bahia está prestes a encarar um dos desafios mais importantes da temporada. O time tricolor enfrenta o Botafogo nesta quarta-feira, às 19h (horário de Brasília), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.
Após uma sequência de resultados negativos do Esquadrão, o meia Everton Ribeiro concedeu uma entrevista coletiva em que destacou a confiança do elenco no modelo de jogo e a necessidade de dar uma resposta positiva aos torcedores.
Conversa do elenco e necessidade de reação
Com a derrota para o Fluminense, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, o Tricolor de aço completou uma série de seis partidas sem vitórias, somando três empates e três derrotas, o que gerou preocupação entre os jogadores e a comissão técnica.
Everton Ribeiro revelou que o grupo se reuniu para discutir o momento delicado e buscar uma forma de reverter a situação.
“A gente sabe que nosso momento não é o melhor, a gente não vinha de derrotas em sequência assim durante o ano. A gente parou para conversar, reunimos só nós jogadores,” afirmou o meia.
Apesar das críticas e do momento de instabilidade, Everton Ribeiro defendeu o esquema tático implantado pelo técnico Rogério Ceni, que utiliza um 4-4-2 com um losango no meio-campo.
O meia enfatizou que as críticas após a derrota para o Fluminense no último domingo não se direcionaram tanto para parte tática, mas sim a postura dentro de campo.
“A parte tática, a parte de campo, isso é com o professor Rogério, que vem passando desde o começo do ano um jeito de jogar, e acredito que seja o que mais extrai o nosso melhor, a gente já mostrou isso,” explicou Everton.
Jogos decisivos à frente: “São duas finais”
O confronto contra o Botafogo será decisivo. Um empate leva a decisão para os pênaltis, já que o jogo de ida no Nilton Santos terminou em 1 a 1. Ele ressaltou que o jogo contra o Botafogo e o clássico de domingo contra o Vitória serão decisivos para a recuperação do time na temporada.
“São duas finais para nós. Temos que dar essa resposta para o torcedor, para nós mesmos, sabemos que podemos mais do que a gente vem fazendo,” disse.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.

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