As empresas de apostas têm investido pesadamente no Brasil, direcionando pouco mais de R$10 bilhões em patrocínios a clubes de futebol, competições e transmissões. O movimento é impulsionado pela recente regulamentação do setor, que promete transformar o mercado nacional.
Segundo um estudo realizado pelo Departamento de Pesquisa Macroeconômica de um grande banco, o Itaú-Unibanco, o setor de apostas online tem se expandido de maneira expressiva no Brasil.
Kelvin Pereira, Diretor da BETesporte, destaca a importância desse investimento:
“Nosso envolvimento com o futebol, paixão nacional, fortalece nossa marca e aproxima nossa plataforma do público, com promoções diárias e foco em jogo responsável.”
O impacto do marketing nas receitas do setor
O relatório ainda aponta que os gastos com marketing das empresas de apostas representam uma parte significativa de suas receitas, variando entre 45% e 75%.
Esse investimento é crucial para manter a relevância e a lembrança das marcas no mercado. Rafael Borges, country manager da Reals, ressalta a importância dessa estratégia:
“A presença de figuras públicas como Rodrigo Faro e a associação com clubes como Coritiba e Amazonas reforçam nossa conexão com a audiência.”
No cenário internacional, os gastos com marketing variam, com o Reino Unido e os Estados Unidos sendo exemplos de mercados onde essas despesas têm grande peso. No Brasil, o cenário é similar, com o setor de apostas movimentando entre 8 e 20 bilhões de reais em receitas anuais, segundo o estudo.

Crescimento acelerado e desafios regulatórios
O mercado nacional, embora recente, já apresenta números de encher os olhos. De acordo com Darwin Filho, CEO do Esportes da Sorte, a regulamentação do setor no Brasil é um marco que traz segurança para operadores e consumidores.
“Essa normatização garante a criação de empregos formais e contribui para o ciclo econômico positivo do país”, afirma.
Além disso, João Fraga, CEO da Paag, enfatiza a importância da regulamentação para transformar o mercado, promovendo práticas responsáveis e prevenindo problemas como a ludopatia. Ele acredita que, com as novas diretrizes, o mercado brasileiro de apostas se tornará mais seguro e competitivo.
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Amanda Alvarez aprendeu com o seu pai todas as regras do futebol. Podia ser árbitra, se não tivesse escolhido o Jornalismo com ênfase em cobertura esportiva. Esteve nas Copas do Qatar e da Rússia, repercutindo o Mundial de Futebol para o público brasileiro. Torcedora do Santos, é súdita do Rei Pelé e Lucas Paquetá.
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