A Seleção Brasileira foi eliminada da Copa América de forma dramática, após uma derrota nos pênaltis para o Uruguai nas quartas de final, encerrando a sua participação na competição.
O jogo, realizado em Las Vegas, terminou 0 a 0 no tempo normal, levando a decisão para as penalidades. Embora Alisson tenha feito uma defesa importante, as cobranças de Éder Militão e Douglas Luiz foram desperdiçadas, resultando na eliminação do Brasil.
Dorival reconheceu falhas, mas elogia equipe
O treinador Dorival Júnior, em declaração após o jogo, reconheceu as fragilidades da equipe, mas não poupou elogios ao esforço dos jogadores. Ele também destacou que a equipe não soube aproveitar a vantagem numérica após a expulsão de Nández
“Em termos de criação, não foi um grande dia. As duas zagas prevaleceram sobre os ataques (…). Não tivemos lucidez para ir pelos lados do campo. Foi um jogo de muitos duelos e trocação”, disse.
Apesar das críticas e da eliminação, Dorival Júnior reforçou que a seleção está em um processo de crescimento. “Houve entrega, espírito de luta. A equipe nunca deixou de ir atrás do resultado”, concluiu o treinador,

Rivais não perdoam: agora aguenta!
A eliminação precoce não passou sem reações de provocação por parte da Seleção Uruguaia. O perfil oficial no X (antigo Twitter) repostou um vídeo motivacional que destacava a força do futebol brasileiro e seus meio-campistas atuando na Premier League, acompanhando com a mensagem irônica: “Risco é otimismo”.
A provocação aumentou a frustração dos torcedores brasileiros, que já estavam descontentes com a atuação da equipe. A campanha da Seleção Brasileira na Copa América gerou críticas também na mídia internacional.
O jornal argentino Olé ironizou a situação com a citação de Ronaldinho Gaúcho, que havia criticado a seleção antes do torneio, embora posteriormente tenha revelado que seus comentários eram parte de uma ação de marketing.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.
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