Em um duelo marcado por reviravoltas, a Seleção Brasileira empatou em 3 a 3 com a Espanha no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, em um jogo amistoso. A partida foi repleta de polêmicas e belos gols, com direito a decisões contestáveis da arbitragem e mais um gol de Endrick.
No primeiro tempo, o Brasil encontrou dificuldades para impor seu jogo diante da forte marcação pressão da Espanha. A defesa brasileira se viu encurralada, e o árbitro António Nobre assinalou um pênalti duvidoso a favor dos espanhóis, convertido por Rodri. Pouco depois, Olmo ampliou com um golaço, deixando a Seleção em situação delicada.
A esperança brasileira veio com Rodrygo, que marcou um gol após erro do goleiro Simón. O primeiro tempo terminou em 2 a 1 para a Espanha, mas a insatisfação dos brasileiros nas redes sociais era evidente, indicando a necessidade de mudanças na equipe para a etapa final.
Reação do Brasil no 2º tempo
O técnico Dorival Junior fez alterações decisivas no intervalo, dando mais dinamismo ao meio-campo com as entradas de Yan Coutto, Endrick, André e Andreas Pereira. O Brasil voltou mais agressivo para o segundo tempo, e Endrick marcou um belo gol de primeira após cobrança de escanteio, igualando o placar.
A partida seguiu intensa, com as duas equipes buscando a vitória. A Espanha retomou a vantagem com mais um gol polêmico, mas o Brasil não desistiu. Nos acréscimos, Paquetá converteu um pênalti sofrido por Galeno e decretou o empate em 3 a 3, em um jogo que ficará marcado pela emoção até o último minuto.
O resultado foi positivo para o Brasil e para Dorival Jr., que fez apenas seu segundo jogo no comando técnico da Seleção Brasileira. O empate contra a Espanha, em um jogo de poder de reação e superação, trouxe confiança na renovação do time principal do Brasil, com muitos nomes novos atuando bem.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.





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