Amigo próximo de Pelé com quem trabalhou na cobertura da Copa do Mundo de 1994, o narrador Galvão Bueno não compareceu ao velório do ex-atleta, morto na semana passada.
No Instagram, ele explicou que está fora do Brasil, com uma diferença de fuso horário, e que não chegaria a tempo. Além disso, afirmou estar fazendo as malas para o Japão, para onde vai a trabalho.
Galvão lembrou a primeira vez que viu Pelé jogar, quando tinha 13 anos, em 1964. Ele conta que matou aula para ver uma partida entre Santos e Portuguesa no Pacaembu e, ao final do jogo, invadiu o campo em direção ao vestiário do Santos, onde, enfim, conheceu o atleta.
No entanto, fãs de Pelé responderam a postagem com críticas ao narrador. “Falta de consideração”, dizia um comentário. “Ingrato”, acusava outro.
Ver essa foto no Instagram
Aposta nas melhores casas de apostas do dia 10 de Fevereiro 2026

Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
SBC Summit 2025 terá presença de Ernest Bowes, editor do Esporte e Mídia
“Golaço-aço!!” A trajetória e o legado de Luciano do Valle no esporte brasileiro
Loterj sob pressão: STF corta as asas das apostas fora do Rio
As 10 contratações mais caras da história do Chelsea






Pegou mal em Carvão Dueno. Aquele excesso de demagogia, de bla-bla-bla, tal de sentimentalismo parecendo aqueles dramalhões de novela mexicana, ai o cara morreu, tacou o foda-se e deu descupinha esfarrapada pra quem tem o poder aquisitivo que tem não seria nenhum empecilho. Inventa outra ai Falastrão Bueno.