Ao site SportBuzz, o comentarista Casagrande contou a razão de não ter comparecido ao velório de Pelé. Ele disse ter medo de uma recaída emocional já que segue regras para evitar emoções fortes que, conta, são frequentes desde que largou as drogas e passou a se manter sóbrio.
“Eu não corro risco de recaídas para drogas, mas corro riscos de recaídas emocionais. No tratamento que tenho hoje, uso antidepressivo, ansiolítico, antipsicótico e estabilizador de humor. Tudo isso para que eu não tenha queda emocional. Eu fiquei muito tempo congelado por conta das drogas e, quando eu voltei limpo e comecei a ver a vida como ela é, as emoções passaram a bater muito fortes”, disse.
Com medo de um impacto que o velório, celebrado na Vila Belmiro, em Santos, no litoral paulista, poderia causar, Casagrande não se despediu do rei do futebol pessoalmente.
“Eu não vi o meu pai no caixão, que morreu em 2020, não vi a minha mãe, não vi o Sócrates [colega dele no Corinthians]”, conta. Casagrande diz que as mortes de Gal Costa, Jô Soares, Rolando Boldrin e Isabel Salgado o fizeram chorar muito. “Não é uma justificativa, é uma realidade dos fatos.”
Aposta nas melhores casas de apostas do dia 24 de Junho 2026

Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
SBC Summit 2025 terá presença de Ernest Bowes, editor do Esporte e Mídia
“Golaço-aço!!” A trajetória e o legado de Luciano do Valle no esporte brasileiro
Loterj sob pressão: STF corta as asas das apostas fora do Rio
As 10 contratações mais caras da história do Chelsea





