Globo pode perder receitas importantes com o Combate a partir de 2023 quando as lutas do UFC deixam o canal indo parte para Band e todas elas no pay-per-view próprio do evento. É o que alerta o Notícias da TV.
Hoje, a base de assinantes do canal de lutas é de pouco mais de 200 mil adimplentes, somando TV por assinatura e vendas diretas por meio do Globoplay, mas a tendência é que haja uma debandada de assinantes. A média da assinatura é de R$ 69,90 por mês. Há um plano anual direto da emissora que sai por R$ 40 por mês.
Em média, o Combate dá um faturamento de R$ 7,9 milhões mensalmente para o Grupo Globo. Anualmente, é uma arrecadação que chega a R$ 95,7 milhões.
A Globo rechaça terminar o canal Combate e argumenta que vai investir cada vez mais em outras modalidades, como o boxe.
“Há 20 anos, o Combate ajuda a construir a paixão do brasileiro pelos esportes de luta e amplia, cada vez mais, seu portfólio de competições. Recentemente, fechamos novas parcerias com a Top Rank, promotora de lutas com grandes nomes do boxe como Muhammad Ali, Sugar Ray Leonard, Oscar de La Hoya, Floyd Mayweather, Robson Conceição e Esquiva Falcão”, disse a Globo recentemente.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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