Para a temporada 2020, influenciada fortemente pela Covid-19, a Globo aboliu o modelo de divisão variável da receita distribuída aos clubes durante o Campeonato Brasileiro. De acordo com a Máquina do Esporte, a proposta assinada pelo Coritiba, por exemplo, não prevê a divisão da receita na proporção de 40-30-30, sendo 40% dividido igualitariamente entre os clubes, 30% conforme a performance esportiva e 30% pelo número de jogos na TV.
O motivo alegado pela Globo para oferecer apenas um valor fixo ao clube paranaense para os contratos de TV aberta e pay-per-view foi a pandemia. Com menor previsão de receita com os direitos de transmissão do Brasileirão, a emissora ofereceu R$ 22 milhões fixos ao clube.
A Globo afirmou, porém, que não pretende abandonar o modelo de divisão de cotas, considerando o ano de 2020 como excepcional.
“O acordo firmado com o Coritiba não significa abandono do modelo adotado desde 2019. É uma solução encontrada em conjunto pelas partes, diante das circunstâncias atípicas que todos vivemos”, respondeu a comunicação da emissora.
Aposta nas melhores casas de apostas do dia 24 de Junho 2026

Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
SBC Summit 2025 terá presença de Ernest Bowes, editor do Esporte e Mídia
“Golaço-aço!!” A trajetória e o legado de Luciano do Valle no esporte brasileiro
Loterj sob pressão: STF corta as asas das apostas fora do Rio
As 10 contratações mais caras da história do Chelsea





