A Globo não demonstra preocupação com o risco de perder os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2022 por conta do imbróglio que levou a entrar na Justiça em razão de uma parcela de cerca de R$ 460 milhões do contrato que mantém com a Fifa.
Segundo o NaTelinha, antes de acionar a Justiça e ganhar uma liminar desobrigando-a de quitar a parcela que vence nesta terça-feira (30), a direção de esportes e jornalismo da Globo buscou auxílio do departamento jurídico e de advogados especialistas em questões contratuais envolvendo o mundo esportivo. Os juristas consultados pela empresa entendem que não há risco de perda dos direitos do Mundial de 2022, que acontecerá no Catar.
Funcionários ligados ao setor de esportes da empresa explicaram que a Fifa está fazendo jogo duro, mas que a tendência é acertar um acordo. Para eles, não há o que se questionar a respeito do pedido para diminuir as cifras milionárias expostas no acordo. Neste momento, a entidade não consegue garantir a data de nenhuma transmissão a que o canal brasileiro tem direito por contrato, tudo por causa da pandemia do coronavírus.
A falta de previsão para torneios esportivos menores, como mundiais sub-20, complicariam a situação da Fifa já que o contrato entre Globo e entidade prevê um pacote de transmissões que vai além da Copa e isso tem pesado.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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