O centroavante Fred e o paraguaio Romerito falaram sobre a relação do Fluminense com o local no ‘RJ1’ desta segunda-feira. E nesta terça-feira (16), dia do aniversário, o telejornal exibe um “Cafezinho com Escobar” especial. De forma remota, o apresentador conversa com os repórteres Eric Faria, Marcos Uchôa e Tino Marcos, testemunhas de momentos especiais do Maracanã. No Globoesporte.com, um infográfico em 3D traz as diversas fases do estádio, incluindo obras que foram feitas ao longo dos anos e listas com os maiores públicos e artilheiros.
Às 19h00 começa o ‘Faixa Especial’, com um dos jogos mais marcantes da história do Maracanã, a vitória por 2 a 0 da seleção brasileira sobre os uruguaios, na última rodada das Eliminatórias da Copa de 1994. Um verdadeiro show do Baixinho Romário. Na sequência, a ‘Sessão Cinefoot’, traz duas produções sobre o antigo setor popular, extinto no início deste século. O curta “Geral”, de 15 minutos, mostra os torcedores folclóricos, que eram facilmente reconhecidos. “Geraldinos”, filme de 1h15 gira em torno das mudanças para a modernização e, consequentemente, a exclusão de um espaço que virou marca registrada em boa parte da história do estádio. Fechando a programação especial, um ‘Baú do Esporte’ sobre Zico, o maior artilheiro do Maracanã.
No domingo (21), estreia no ‘Esporte Espetacular’ uma série sobre os 70 anos, com depoimentos de personagens como Zico, Romário, Roberto Dinamite e Rivelino. No primeiro episódio, a história da construção do estádio e as páginas escritas pela seleção brasileira no local. No segundo, o Maracanã visto como um centro pop, que não recebem apenas os maiores craques do mundo, mas também artistas e referências religiosas, como o papa João Paulo II.
O Globoesporte.com também vai disponibilizar um material em primeira pessoa, como se fosse o estádio contando a sua própria história, com momentos marcantes, curiosidades e fotos. E uma pesquisa com jornalistas para eleger o jogo mais importante da história do estádio nestes 70 anos de existência. Com certeza, o vencedor não será unanimidade. Afinal, o Maracanã deu vida a inúmeros momentos especiais. O gol ali tem som diferente. Talvez seja a rede, ou então a cobertura acima da arquibancada. Ou talvez o conjunto da obra. Mas é certo que a acústica ali é única. Que venham mais 70 anos de alegrias e celebrações no estádio que tem a atmosfera tão singular que nenhum de seus irmãos espalhados pelo mundo conseguiu a proeza de desbancá-lo como o mais charmosos e emblemático de todos. Vida longa ao Velho Maraca!
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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