LOGO, LOGO, MALUCOS LEVANTARÃO A VOLTA DO FUTEBOL AQUI
Um determinado deputadazinho, do PSL/SC, que não merece ser nomeado, diante de sua insensibilidade, em seção virtual afirmou que os que usam máscaras e álcool gel são covardes. O grande irresponsável, envergonha o meu estado. Falo de política, porque, diante do retorno e das datas da Europa, teremos uma gama deste tipo, solicitando a volta do futebol aqui. Não é hora. E estamos longe de voltar. Não basta achar algo, como o não-citado deputado, é preciso trabalhar com modelos matemáticos e premissas científicas.
ALEMÃO PARA CHINÊS VER
O grupo Disney deveria ser mais transparente com o espectador. Jogos da Bundesliga no Fox Sports, outros na ESPN e nenhum editorial explicando para o espectador o motivo. Do “nada” a ESPN volta a transmitir a competição. Os leitores do Esporte e Mídia entenderam muito bem este movimento, mas o espectador mais desavisado como fica?
POR QUE NÃO TRANSMITIR A K-LEAGUE?
O Brasil foi a segunda praça em consumo do streaming da rodada inaugural da K-League, torneio nacional da Coreia do Sul. Certo que foi o único jogo no momento, mas era no amanhecer de sábado, às 7 da matina. Considerável a audiência do YouTube, será que nenhum canal esportivo possa se interessar pela competição? Por aqui se mostra o Chinês, Turco e tantos estaduais, por que não a K-League?
DEPARTAMENTO DE JORNALISMO DA BAND
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| Albio Melchioretto albio.melchioretto@gmail.com @professoralbio |
Band extingue o departamento de esporte e o integra ao entretenimento. Se pensar apenas a junção não há muito sentido, mas se pensar a forma Band de fazer esporte, faz todo sentido! O esporte não é tratado editorialmente como notícia, mas como algo a divertir uma plateia. Vide a forma como os programas Terceiro Tempo e Jogo Aberto Debate conduzem suas pautas.
TV WA ASSUME LUGAR DA PLAYTV
O canal pop, PlayTV, foi comprada pelo filho do icônico narrador Walter Abrahão, o homem que imortalizou o conceito do oxo (quando um jogo termina empatado sem gols). De acordo com Mônica Bérgamo, na Folha de S. Paulo o empresário comprou 70% das ações da Gamecorp, mantenedora do canal, e assumiu as dívidas do canal. As ações compradas pertencia ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A empresa sofreu perseguição política, mas aos longos dos anos, nada foi aprovado. Mas, Walter, não é o filho do papai, como muitos sites já noticiaram, é jornalista com vasta experiência em gestão de mídia. Até agora, pouca coisa foi noticiada sobre o novo canal. As primeiras horas do sábado o canal está mostrando os bastidores do que há de vir. A única ligação com o esporte é o nome e a ideia que lembra o grande narrador, com passagens pela TV Tupi e SBT. Por ora, aguardemos. O que se sabe será um canal de variedades, com entrevistas, entretenimento e espaço para o cinema nacional, em parceria com a ANCINE.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.

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