Na Espanha, Maia teve uma impressão positiva sobre o modelo coletivo de negociação de televisão, que vigorou no Brasil até 2011 quando foi implodido o Clube dos 13. A La Liga exibiu para o presidente da Câmara um quadro em que apontava seis vantagens do modelo coletivo de negociação: 1) melhor distribuição da renda gera uma liga mais competitiva, 2) times rebaixados têm uma salvaguarda, 3) venda para mais mercados, 4) produto inteiro com qualidade para 380 jogos, 5) Fair Play com bloqueio de cotas por dívidas e 6) aumento do valor da liga.
Maia pediu que Pedro Paulo falasse sobre a posição dos dois em relação ao tema. O deputado do DEM disse que ambos saíram da Espanha com a certeza de que o clube-empresa, formação de liga, regulação financeira e os contratos coletivos são pontos importantes na reforma do futebol.
“Uma coisa de cada vez. Voltamos convictos que esses quatro vetores são fundamentais. Estamos dando o primeiro passo. Os outros três, acredito que não precisa nem de lei. Desde que federação, clubes sentem na mesa para entrar em um acordo”, afirmou Pedro Paulo.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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