Em entrevista ao ‘Alê Oliveira Responde’, do canal De Sola, no Youtube, o narrador Luis Roberto, da Globo, voltou a falar sobre a experiência de substituir Galvão Bueno na transmissão da final da Copa Libertadores da América, em novembro do ano passado.
“Graças à Deus eu já narrei um monte de coisa legal, mas quando você está escalado para narrar é uma coisa, quando você não está escalado e tem que substituir um companheiro, é outra. E substituir um companheiro que ficou contundido, não é legal. Eu, pelo menos, me senti muito desconfortável com aquela história. Quando eu fiquei sabendo que o Galvão teve aquele problema, na quinta-feira, eu estava de folga no Ceará e voltaria no sábado para ficar no stand-by mesmo”, pontuou.
“Cheguei na sexta-feira cedo em Lima (no Peru) e fui direto fazer uma visita para o Galvão no hospital. Ele estava dormindo, eu não quis o acordar, mas fiquei ali do lado dele e a partir dali eu fiquei mais tranquilo. Mas não é uma questão que envolve a profissão, tecnicamente falando, de você ir lá e fazer o que está acostumado todo dia. É mais mesmo uma questão emocional de uma coisa que já estava divulgada, todo sabia que era o Galvão que iria narrar o jogo, então teve esse lado dessa pressão emocional de ter que substituir um companheiro essa circunstância”, acrescentou.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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