Para Globo, transmitir eventos olímpicos brasileiros atualmente é ‘tiro no pé’

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O Grupo Globo praticamente excluiu de sua programação torneios nacionais de modalidades esportivas individuais, como os campeonatos brasileiros de ginástica, atletismo e natação.

“A gente parou e viu: passar o Maria Lenk sem ninguém nadando, passar o Troféu Brasil de Atletismo lá em Bragança Paulista, [e concluiu:] a gente tá dando tiro no pé. Não é esse esporte olímpico que a gente quer mostrar, a gente quer mostrar o esporte olímpico com uma série de 15 minutos no Esporte Espetacular, uma matéria legal no Jornal Nacional, o esporte olímpico de qualidade”, explica Rafael Ganem, analista de marketing esportivo do Grupo Globo em contato com o blog Olhar Olímpico do UOL Esporte.

Atualmente a Globo só tem contrato com três confederações olímpicas. vôlei, canoagem e natação. “A gente foi vendo que não causou bom efeito em alguns casos, não fez bem para o esporte. Então o que a gente vem fazendo? Enxugando. A CBDA (desportos aquáticos) é uma que a gente está analisando a continuidade. O handebol é outra que a gente encerrou o contrato”, explica Gaem.

De acordo com ele, a Globo chegou a manter contrato permanente com até 16 confederações olímpicas simultaneamente. Agora restam três: vôlei, canoagem e natação. “A gente foi vendo que não causou bom efeito em alguns casos, não fez bem para o esporte. Então o que a gente vem fazendo? Enxugando. A CBDA (desportos aquáticos) é uma que a gente está analisando a continuidade. O handebol é outra que a gente encerrou o contrato”, explica.







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