Em entrevista ao canal De Sola no YouTube, o narrador Gustavo Villani, do Grupo Globo, disse que a narração esportiva se torna “brochante” com a presença do VAR.
“É brochante narrar com o VAR. Não tem uma orientação da emissora porque ninguém sabe como lidar. O público no estádio não sabe como lidar, em casa a gente não sabe o que está acontecendo. Está muito louco, e está exagerando. Copa do Mundo Feminina, por exemplo, um erro atrás do outro, manda voltar porque a goleira adianta, invasão dupla, foi ruim”, afirmou Villani.
E qual a melhor estratégia para narrar o gol em um jogo com VAR? Villani disse como tem se virado. “Eu estou tentando narrar até o final. Só que aí você fica igual um tonto narrando, enquanto está lá a pessoa com a bandeira levantada. Só que pra efeito de edição, vai que valida? Aí, eu narro cheio de vontade. Se valer, valeu. Se não valer, explica. E se confirmar o gol, eu não narro gol de novo, mas narro a confirmação. E outra, enquanto o cara está analisando, para não deixar a peteca cair, você fica vendendo emoção”, completou.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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