Há poucos meses a Globo passou a permitir que apresentadores e jornalistas esportivos façam “merchandising” na programação. O processo, embora ainda em fase de adaptação, abriu possibilidade de renda extra e comercial para âncoras de programas esportivos ou equipe que cobre eventos ao vivo.
Só que nem todos estão satisfeitos segundo matéria publicada pelo UOL e assinada por Ricardo Feltrin que diz ter recebido mensagens queixosas de funcionários técnicos da equipe de Esportes da Globo: gente que trabalha atrás das câmeras.
Eles reivindicam direito a uma fatia do merchadising das produções que forem ao ar. Na visão deles, se o departamento de Esportes da Globo pode fazer propaganda e “merchan”, até mesmo em reportagens, por que eles não podem ter direito a receber uma parcela?
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Procurada, a Globo informa que o “merchandising esportivo” “ainda é um assunto em evolução; ou seja, que a unidade de Esportes do Grupo Globo vem avançando nessa frente com definições ainda em andamento”.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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