Conselho do Bahia vai apurar possível divergência no contrato do Brasileirão assinado com EI

O Conselho Deliberativo do Bahia vai apurar a diferença nos valores acordados em relação às cotas do Campeonato Brasileiro, a partir de 2019, e o que está, de fato, no contrato firmado com o Esporte Interativo. A informação foi publicada no Twitter pela jornalista Juliana Lisboa.

O ex-presidente Marcelo Sant’Ana, que era o gestor responsável na época da assinatura do contrato, será convocado para prestar esclarecimentos sobre os detalhes desse documento. A reunião ainda não tem data marcada, mas deverá acontecer em agosto.

A divergência nos valores é por conta das luvas: no ano passado, o Esporte Interativo adiantou R$ 40 milhões pelo fechamento do contrato. O Bahia entende que esse valor era por fora do contrato; e fontes ligadas ao clube dizem que, no documento, esse valor é descontado.

O tricolor também quer equiparação aos valores pagos ao Palmeiras. Além dos R$ 40 milhões em luvas, a equipe recebeu um aporte extra de R$ 60 milhões por amistosos internacionais. Outros clubes que fecharam com o EI nos mesmos termos do Bahia também se sentem lesados.

O Bahia vai levar esse caso à câmara de arbitragem da Fundação Getúlio Vargas, para acelerar a solução do impasse e não envolver a justiça diretamente. Os custos são altos: começam em cerca de R$ 140 mil e podem chegar a um rombo de R$ 12 milhões caso o tricolor perca a causa. Esses são valores estimados pelo mercado, podendo variar para mais ou para menos.

O Esporte Interativo não comenta os valores dos contratos com os clubes por conta de cláusula de confidencialidade.



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