Um dos maiores sucessos da seleção brasileira na atualidade, o Canarinho Pistola nem sempre aparecerá com o “nome completo”. Ao menos será assim em transmissões da Globo e dentro da CBF. A informação é do UOL Esporte.
Seguindo uma linha defendida pela confederação, a emissora tem evitado usar o termo “pistola” em transmissões e programas. A ideia é chamar a mascote apenas de Canarinho, pontuando seu jeito encrenqueiro e mal humorado, mas nunca “pistola”.
No entendimento da CBF, que defende que “Canarinho é o nome real” do bicho, a palavra que viralizou nas redes sociais se apresenta fora do tom, politicamente incorreta, associada a uma arma de fogo. E a Globo aceitou o discurso. No último jogo, em Viena, contra a Áustria, alguns profissionais chegaram a utilizar o termo, mas foram avisados para que não repetissem. Na quarta-feira (13), a apresentadora Ana Maria Braga citou algumas vezes o “pistola” durante um quadro de seu programa. O caso gerou ligações e novos pedidos para que evitem tal identificação com o mascote.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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