A partir do dia 10, quarta-feira, até dia 15, segunda-feira e depois no dia 20 de janeiro, teremos os jogos da Florida Cup. Este ano Band, na TV aberta e Sportv na paga mostrarão o torneio amistoso para nossa tela. Os clubes que participarão são, do Brasil, o campeão nacional Corinthians, o Atlético Mineiro e o Fluminense, da Colômbia virá o Atlético Nacional, do Equador, o Barcelona de Guayaquil; da Europa teremos da Escócia o Glasgow Rangers, da Holanda o PSV Eindhovem e o polonês Legia Varsóvia. O atual campeão São Paulo, não participará desta edição.
Este torneio é um bom exemplo de como juntar o esporte e o entretenimento. Ação que os esportes tradicionais nos Estados Unidos já estão bem acostumados. Não é apenas o jogo, mas há o pré-jogo e o pós-jogo além das acomodações dignas para quem quer acompanhar um espetáculo, além é claro, dos espaços de fans-fest com apresentação de artistas brasileiros inclusive. No campo, o regulamento é confuso, mas a competição tem lá sua importância. Cada clube joga duas vezes, é campeão quem somar mais pontos.
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| Albio Melchioretto albio.melchioretto@gmail.com @amelchioretto |
A competição ajuda na internacionalização dos times brasileiros. Mesmo que este ano os times da Europa não são da primeira linha de grandeza, mas há um bom elemento quando se pensar confrontos internacionais. Para se ter uma ideia, no ano de 2017, 140 países transmitiram a competição. Televisão. São iniciativas deste tipo que permitem a ampliação do esporte brasileiro. Estar na mídia num torneio com marketing forte é certeza de retorno. Entretanto, houve deslize. Os jogadores que aparecem em uma das chamadas da Florida Cup são Jô pelo Corinthians; Fred pelo Atlético e Scarpa com a camisa do Fluminense. Onde tudo é pensado para o espectador esta falha merece uma crítica mais séria.
O futebol usado como chamariz é sempre inteligente. A Inglaterra tem isso tradicionalmente, o espanhol colocando os clássicos próximo ao Natal, a Itália, com jogos também nesta época do ano. E o que nós temos aqui no Brasil? Não falo em extinguir férias dos jogadores. Lembro que esta é uma questão de ordem trabalhista, mas, porque não pensar um calendário inteligente atrelando as competições com outras ações? Quando o futebol é pensado como entretenimento e a televisão tem este produto, as questões de violência que cercam são superadas. Por que se insiste ainda no modo mais difícil de fazer futebol?
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.

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