Discutir os motivos que levaram a direção da Band a paralisar as transmissões do futebol passa a ser o menos importante nesta altura dos acontecimentos. O estrago está feito e só nos resta aguardar pelas consequências de tão drástica medida, em uma emissora que sempre teve o jornalismo e o esporte como principais pilares da sua grade de programação. A análise é do colunista Flávio Ricco, no UOL.
Para ela, a primeira grande sequela será a queda da sua média de audiência, com o esvaziamento de pontos que sempre foram importantes no seu fechamento mensal e como argumento de vendas do departamento comercial.
Sem os números do futebol, a Band – em sua visão – terá sérias dificuldades de manter o quarto lugar de agora, ainda mais se considerarmos que a sua carga de produção, nos dias atuais, é infinitamente menor que a da RedeTV!, concorrente mais próxima, e TVs Cultura e Gazeta.
A mesma fonte lembra que passada quase uma semana do anúncio da desistência do campeonato brasileiro, nenhum diretor da Band se dignou a dar alguma satisfação a quem quer que seja. O terror estaria instalado no seu departamento de esportes. É muito complicado trabalhar sem saber como será o dia de amanhã.
A propósito, o Sindicato dos Radialistas de São Paulo está atento e acompanhando muito de perto os desdobramentos, em função de a Band ter desistido de transmitir o campeonato brasileiro da série A. Já chegou à entidade a informação sobre o risco de cortes após os Jogos Olímpicos.
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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