No segundo tempo, o narrador usou o sobrenome do goleiro do Chelsea, Cech, para fazer um trocadilho com uma jogada de vôlei, a “bola de xeque”. Nas quadras, o lance acontece quando a defesa falha e passa a bola de graça, deixando um atacante rival livre para definir o ponto na rede. Aos 30min, Ribéry avançou rente à linha de fundo e cruzou. A bola foi desviada e Cech se esticou todo para mandar para escanteio. Foi a deixa para Galvão. “Como um jogador de vôlei, o Cech subiu… Como naquela ‘bola de xeque’ no voleibol, ele subiu e mandou pela linha de fundo. Foi uma bola de “Xeque”, que é o nome dele. Não é bem “Xeque”, é Cech, a gente forçou um pouco a barra, mas valeu.”
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Henrique Neves é antropólogo por formação, mas esportista por natureza. Apaixonado por vôlei, aprendeu a jogar ainda pequeno. Escreve sobre esportes e ama praticar esportes radicais. É formado em Comunicação pela PUC-Rio. Fã de Vinicius Jr, torce pelo Flamengo.
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