Apesar de conquistar o cinturão inaugural das superlutas da PFL, o camaronês criticou a demora na interrupção do combate. Segundo Ngannou, alguns golpes desferidos após a queda de Renan poderiam ter sido evitados se o árbitro tivesse interrompido o confronto mais cedo.
“Ele já estava sem condições de se defender, mas precisei seguir até o árbitro parar. São golpes desnecessários, que podem prejudicar a saúde do lutador”, afirmou o gigante camaronês.
Estratégia no chão surpreende
Conhecido por seu forte poder de nocaute, Ngannou surpreendeu ao apostar no jogo de wrestling. O camaronês rapidamente derrubou Renan Problema e, após frustrar uma tentativa de triângulo do brasileiro, aplicou golpes até que o árbitro encerrasse o duelo. O nocaute veio aos 3 minutos e 32 segundos do primeiro round.
Essa vitória marcou o retorno triunfante de Ngannou ao MMA, depois de um longo hiato em que se dedicou ao boxe. A performance dominante reafirmou sua força na categoria dos pesos-pesados, agora dentro da PFL.

Homenagem ao filho falecido
Claramente emocionado, o ex-lutador do UFC dedicou sua vitória ao filho Kobe, que faleceu recentemente.
“Foi uma das lutas mais difíceis emocionalmente para mim. Aceitei essa luta por ele, para me lembrar de sua força”, declarou o lutador, visivelmente tocado após o combate.
O futuro de Ngannou continua indefinido entre o MMA e o boxe. Ele já enfrentou grandes nomes como Tyson Fury e Anthony Joshua nos ringues e deixou claro que deseja manter ambas as modalidades em seu horizonte competitivo.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.
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