O empate em 2 a 2 entre Cruzeiro e Vitória, ocorrido no Barradão pelo Campeonato Brasileiro, deixou Fernando Seabra frustrado. O técnico do Cruzeiro não poupou críticas ao desempenho do time no primeiro tempo e já projeta mudanças para o próximo desafio na Sul-Americana.
Primeiro tempo reprovado
O Cruzeiro começou a partida com dificuldades, sofrendo dois gols de Osvaldo e Alerrandro. Apesar da expulsão do zagueiro Neris, o time mineiro teve apenas uma finalização relevante antes do intervalo.
Para Seabra, o desempenho da equipe na primeira metade do jogo foi inadmissível. O treinador afirmou que a falta de competitividade e o controle do jogo pelo Vitória foram fatores determinantes para o fraco desempenho inicial.
“O primeiro tempo foi profundamente insatisfatório. A equipe não conseguiu se impor e foi incapaz de quebrar a pressão adversária”, disse Seabra.

Análise do segundo tempo
A situação do jogo mudou no segundo tempo, quando Juan Dinenno marcou duas vezes e garantiu o empate. O técnico fez elogios à postura do time na segunda etapa, destacando o volume de jogo e a criação de oportunidades.
“A equipe melhorou significativamente no segundo tempo. Utilizamos a vantagem numérica e conseguimos criar várias chances de gol”, avaliou Seabra.
No entanto, o treinador enfatizou que a performance ofensiva precisa ser aprimorada, especialmente para o jogo decisivo contra o Boca Juniors na Sul-Americana.
Próximo desafio na Sul-Americana
O Cruzeiro precisa vencer por dois gols de diferença para garantir a classificação direta para as quartas de final. Seabra mencionou a possibilidade de mudanças na equipe para melhorar o desempenho.
“O próximo jogo contra o Boca é crucial. Precisamos estar mais competitivos e com uma estratégia mais eficaz para garantir nossa vaga na próxima fase”, finalizou Seabra.
O Cruzeiro retorna aos campos na quinta-feira (22), às 21h30 (de Brasília), no Mineirão, com o desafio de reverter a derrota do jogo de ida e avançar na competição continental.
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Mateus Taz sempre sonhou em ser jogador, mas descobriu no Jornalismo Desportivo seu grande dom. Tem 40 anos, pai de família e já correu na Maratona São Silvestre. Estudou produção cultural na Universidade Federal da Bahia e colabora em um projeto de Letramento para crianças carentes da periferia de Salvador. É fã do Bahia, mas gosta mesmo é de acompanhar os jogos das Ligas Internacionais. Erling Haaland, o Terminator, é seu ídolo.
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