Abel coloca lenha na fogueira: Allianz Parque é do Palmeiras ou não?

As críticas do treinador Abel Ferreira e a insatisfação da torcida voltaram à tona após mais uma vez o Palmeiras ser impedido de usar seu estádio devido a shows previamente marcados. A situação levanta questionamentos sobre as opções do clube diante do contrato de concessão com a WTorre, empresa responsável pela gestão do estádio.

Apesar dos apelos do técnico e da presidente do clube, Leila Pereira, o contrato estabelece que a decisão sobre o calendário de eventos no Allianz Parque cabe à WTorre. O Palmeiras não tem o poder de exigir a realização de jogos no estádio ou impedir a realização de shows agendados, o que tem levado o clube a buscar alternativas dentro dos limites do contrato.

O técnico Abel Ferreira expressou sua frustração com a situação, diante da terceira vez neste Brasileirão em que o Palmeiras é forçado a jogar em outro gramado por choque de datas com eventos programados no estádio. Em entrevista, Abel Ferreira disse: 

“E se não jogamos no Allianz Parque, não me cobrem para ser campeões.”

Segredo de justiça

A situação é ainda mais complicada devido a uma disputa judicial em andamento entre o Palmeiras e a Real Arenas, braço da WTorre responsável pela administração do estádio. O clube cobra cerca de R$ 160 milhões em receitas não repassadas desde 2015, a ação corre em segredo de justiça. Enquanto isso, o Palmeiras busca alternativas para minimizar o impacto da falta de acesso ao Allianz Parque. 

O Palmeiras tem recorrido a outros estádios, como a Arena Barueri, para sediar seus jogos quando não consegue usar sua própria casa. As opções são limitadas, e a torcida claramente não está feliz com essa situação.

Proibido de jogar em casa, críticas de Abel Ferreira reacendem debate sobre contrato de concessão e opções de estádio para o Verdão.

Era uma casa muito engraçada, ninguém podia dormir na rede

Enquanto a polêmica continua, o clube avalia alternativas para minimizar os impactos da falta de disponibilidade do Allianz Parque. Entre as opções mencionadas pela torcida estão o Pacaembu e o Canindé, da Portuguesa. No entanto, o Pacaembu está em obras desde 2020 e ainda não tem previsão de reabertura, enquanto o Canindé é limitado na sua estrutura para jogos do Palmeiras.

Apesar das dificuldades, a parceria entre o Palmeiras e a WTorre tem validade de 30 anos, com o contrato previsto para durar até novembro de 2044. O clube tem direito a uma porcentagem das receitas geradas pelo estádio, mas a disputa judicial em andamento tem complicado essa relação. Enquanto isso, o Palmeiras continua buscando soluções para garantir o melhor uso possível do Allianz Parque, seu principal patrimônio esportivo.

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